segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Corrente positiva
Sinto que uma nova onda vem por ai.
Vou contando aos poucos.
Torçam por mim.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
U2 Live!
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Típica Goiânia
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
O efeito da dublagem
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Lamento da auto-sabotagem
terça-feira, 14 de julho de 2009
Doação é incentivada pelo Ministério da Saúde e Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
O Ministério da Saúde e a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), tem divulgado constantemente campanhas sobre transplantes, incentivando a população a ser doadora de órgãos. O Brasil possui um dos maiores programas públicos de doação, conhecido como Programa Nacional de Transplante. Para ser doador não é necessário deixar documento escrito, basta o consentimento familiar. São mais de quinhentos estabelecimentos habilitados para realizar transplantes em todo país.
Após comprovada a morte encefálica do doador, um ou mais órgãos podem ser utilizados para salvar a vida de diversas pessoas que chegam a esperar várias anos na fila do transplante. Alguns órgãos como fígado, pâncreas, rins e medula óssea podem ser doados ainda em vida. O ministério da saúde ressalta a importância de conversar com a família sobre o desejo de doar, pois dependerá dela para decidir quanto à doação.
Thaynara Cunha submeteu-se a transplante de córnea quando ainda era adolescente. Segundo ela, a primeira cirurgia não foi bem sucedida. O organismo da jovem não reagiu bem, causando rejeição. Após outra espera a jovem concluiu o processo estando hoje adaptada à nova córnea. Para Thaynara, não só fatores clínicos contribuem para que o transplante transcorra bem, mas também psicológicos e de cuidados básicos na adaptação. A estudante não quis saber de quem partiu a doação, mesmo tendo o direito de conhecer a procedência do órgão transplantado.
O médico endocrinologista Fabrício Dias Abrahão ressalta a importância do transplante. Para ele, o bem que faz a diversos pacientes deve ser o ponto principal para conscientização da população. Pacientes com diabetes, por exemplo, podem submeter-se a um transplante duplo, de pâncreas e rins.
Outras técnicas de transplantes e estudos de células tronco ainda estão sendo desenvolvidas e poderão ajudar milhares de pacientes nas filas de espera por órgãos e tecidos. Técnica experimental como a de substituir as ilhotas pancreáticas, produtoras da insulina, é uma das novas fórmulas. Segundo Fabrício Dias, este método de substituição das ilhotas é de grande complexidade, pois demanda até seis cadáveres, mas é feito sem cortes, o que é um avanço para a área.
O Ministério da Saúde e a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos disponibilizam informações completas sobre o programa de doação em seus sítios na internet (www.portal.saude.gov.br e www.abto.org.br), pelo telefone 0800611997, e nas unidades de saúde espalhadas por todo território nacional.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Melhores do 1º semestre de 2009 do site Católica Digital
Confira no link abaixo.
http://www.ucg.br/ucg/agencia/home/secao.asp?id_secao=2265
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Michael Jackson

segunda-feira, 22 de junho de 2009
"A política antecipa tudo", declarou o jornalista Carlos Eduardo Reche em entrevista coletiva no campus 5 da UCG
Carlos Eduardo Reche, repórter da Editoria de Política do Jornal O Popular, em entrevista coletiva no Campus 5 da Universidade Católica de Goiás (UCG), disse que foram os bastidores da política e a possibilidade de conhecer em primeira mão e mais a fundo os fatos que o levaram por esse caminho jornalístico. Ressaltou a liberdade que tem para escrever no jornal que trabalha e que domar a fonte é um passo essencial para conduzir uma boa entrevista, ainda mais na lida diária com políticos que não querem dizer nada, a não ser quando os interessa.
O jornalista relatou que se formou pela Universidade Federal de Goiás (UFG) em 2001. Ainda não cursou especialização e pretende voltar ao rádio que gostou de ter feito ainda durante a graduação. Ao final do curso ingressou no jornal Diário da Manhã como repórter da Editoria de Economia, permanecendo até setembro de 2003, quando seguiu para trabalhar no jornal O Popular.
Diário da Manhã e O Popular
Reche relatou a diferença de escrever para os dois jornais. Em ambos há liberdade, o que muda é o enfoque das pautas. No Diário da Manhã, a tendência é dar mais importância para o pitoresco e menos para a relevância da notícia. No O Popular há maior preservação da imagem, tanto da fonte quanto do jornalista, e não há restrição com quem se deve falar.
Para ele, o difícil na política é a apuração e não como um ou outro veículo produz sua pauta. São poucas as pessoas públicas com informações relevantes e ainda existe a dificuldade de tirar informações delas. Segundo ele, essas fontes podem ser restringidas a cerca de dez pessoas, como alguns secretários, vereadores e os cargos mais elevados na esfera estadual, como o Governador do Estado.
Política em Goiás
Carlos Eduardo, que nasceu no Sul do Brasil e cresceu no Pará, participou da primeira eleição em Goiás no embate inicial Iris-Marconi, em 1998. O senador Marconi Perillo (PSDB-GO) e o prefeito de Goiânia Iris Rezende (PMDB) ainda são os maiores caciques da política goiana, ressaltou. Existem bons nomes dentro dos grandes partidos, mas são massacrados por quem de certa forma ainda manda nas legendas. Com isso muitos políticos não têm oportunidade de se destacar. Reche citou alguns, como a vereadora Cidinha (PT-GO) e o deputado federal Leonardo Vilela (PSDB-GO).
Sobre a influência do jornalismo nos rumos políticos do Estado, o repórter relatou dois fatos. O primeiro foi a descoberta do uso de dinheiro público para levar parentes de vereadores de Aparecida de Goiânia para a cidade de Natal, no Rio Grande do Norte. Informações exclusivas conseguidas pelo jornal levaram à investigação do desvio de verbas. Outro caso relevante foi o do envolvimento do vereador Amarildo Pereira no desvio de verbas e fraude contra o Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS).
Disse ainda que o eleitor e a massa não são estúpidos. Praticamente ninguém lê o jornal sem saber o que está sendo transmitido. Por isso o jornalismo feito com credibilidade e responsabilidade é essencial para ajudar o eleitor. O jornalista é o responsável pela maioria das transmissões de informação. Mas Reche lamenta a falta de renovação política em Goiás e ter sempre de escolher entre os mesmos candidatos.
Chegar às salas de aula é um dos objetivos profissionais de Carlos Eduardo Reche. Atuando principalmente no fechamento do jornal O Popular e na produção da coluna Giro, pretende também voltar a ser repórter diário. Lembrou aos alunos do curso de Jornalismo que devem estar sempre atentos às tentações geradas pelas fontes e que “jornalistas são operários que convivem com burgueses”.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Diploma de Jornalismo. E daí?
A comoção é geral na universidade, nos blogs e nas rodas de bate-papo. Mas não dá para achar que o mundo acabou e que não precisamos nem ao menos renovar nossas matrículas para o próximo semestre. A falta de diploma não fechava portas para muitas pessoas há muito tempo.
Agora elas podem ter ficado escancaradas, mas e a qualificação? Ou será que basta levantar a mão e dizer "eu quero ser jornalista" e pronto?
São muitos os capacitados para escrever, para falar no rádio e na TV, para escrever blogs como este, mas isso não anula quatro anos de formação. A universidade não forma técnicos em produção jornalística, técnicos em direito e medicina, forma cidadãos capazes de pensar um mundo um pouco além do que seres ordinários circulando por aí.
Teremos formação superior para exercer a profissão, mas também devemos ter pensamento elevado para nos empenharmos ainda mais na luta diária para ser o melhor naquilo que fazemos.
Muitos pensam então em parar o curso superior. Isso é um erro. Se com diploma a maioria não tinha capacidade de fazer muitas coisas, imagina sem. Sem contar a seleção natural do mercado de trabalho. Ou vocês acham que os meios de comunicação, cada vez mais especializados e profissionalizados vão deixar seus conteúdos e sua imagem na mão de amadores?
O caminho agora é o do fortalecimento da profissão, que não deixa de existir. Sindicatos e organizações devem contar com membros atuantes, não somente inscritos em seus quadros.
E ainda mais importante é sempre reforçar a ideia de que o jornalista é capaz de mudar a sociedade e deve se orgulhar disso.
Eu levanto a mão e grito que não quero ser só jornalista, mas um Comunicador Social, com diploma na mão, bagagem cheia de conteúdo e com vaga garantida em um mercado de trabalho responsável e digno, por ser um profissinal em constante formação e não um oportunista de ocasião.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Blogop - Jornal Opção
Em meio a divergências, fumantes e não fumantes discutiram a eficácia e as consequências da Lei Municipal 8.811, sancionada pela Câmara de Vereadores de Goiânia, que restringe o fumo em ambientes fechados, sejam eles públicos ou privados. De acordo com a lei, o fumante deve ser levado para fora do bar, restaurante ou outro local ou então ser criada uma área fechada dentro do estabelecimento. Os clientes ainda podem ser expulsos caso não respeitem as regras e o comércio infrator, multado. Os estudantes do curso de Jornalismo da UCG Erick Douglas e Otávio Cipriani, juntamente com Artur Dias e Paulo Victor Gomes, também estudantes de jornalismo e servidores públicos, chegaram a um consenso de que a lei, da maneira como é pensada, é ineficiente e que o ideal seria a conscientização quanto aos males do fumo, mas sem discriminar os fumantes. Erick não fuma e se sente incomodado com a fumaça, preocupando-se ainda com a saúde. Otávio, mesmo tentando parar de fumar, defende a criação de locais específicos, como os chamados fumódromos. Para Artur e Paulo que são fumantes, a criação de locais reservados poderia acontecer, desde que fossem sociáveis, sem que o fumante perdesse parte da diversão por ter de se afastar para fumar. Como há uma forte campanha dos estabelecimentos comerciais para que a legislação seja revista, muito ainda será discutido. E como mencionado pelos estudantes, esta lei tende a cair no esquecimento ou mesmo perder sua eficiência mesmo antes de começar a produzir efeitos concretos.
O Jornal Opção pode ser encontrado nas bancas da cidade e também no site:
http://www.jornalopcao.com.br/
Clique na seção reportagens/blogop e leia o material na íntegra.
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terça-feira, 9 de junho de 2009
A tecnologia do Ctrl+c Ctrl+v
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Blogop - Jornal Opção
O Jornal Opção é encontrado nas bancas da cidade e também no site:
http://www.jornalopcao.com.br
Clique na seção reportagem/blogop e leia o material na íntegra.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Uso indiscriminado de anabolizantes ilude jovens e continua causando mortes
Em mais um caso de uso inadequado de anabolizantes, dois jovens do interior do Estado de Goiás quase perderam a vida. Buscando alcançar resultados rápidos, compraram produtos destinados a animais de grande porte e com ajuda de um terceiro fizeram a aplicação dos medicamentos. Para quem quer resultados no ganho de massa muscular e destaque em competições esportivas, frequentar academias e praticar atividades físicas regulares ainda é o mais indicado. O Centro de Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID) informou que o número de jovens utilizando anabolizantes triplicou nos últimos anos. Pesquisa da USP (Universidade de São Paulo) constatou que os usuários dessas drogas se tornam mais agressivos e fazem uso da força adquirida para brigas. Os efeitos do uso incorreto podem gerar desde “uma simples ginecomastia (aumento das mamas em homens) até câncer de fígado”, afirma o médico Endocrinologista Luciano Sanches de Siqueira, e faz outros esclarecimentos na entrevista abaixo.
Pontos e Contos da Vida: Estes medicamentos geralmente provocam quais reações?
Luciano: Os efeitos vão desde uma simples ginecomastia (crescimento das mamas em homens) até câncer de fígado. Passando aí por, hipertensão arterial, aumento de colesterol, alterações na tiróide, infertilidade, diminuição do volume testicular, hipertrofia cardíaca de extrema agressividade e outros.
PCV: Os efeitos nos organismos de crianças e adultos são diferentes?
Luciano: Efeitos em crianças são todos os citados, além de prejudicar a altura final pois estão em fase de crescimento e os hormônios aceleram a parada do crescimento estatural. Nas mulheres os sinais de masculinidade serão bem evidentes, tais como voz grave, acne, parada de menstruação e atrofia mamaria.
PCV: Alguns atletas podem fazer uso para melhorar a performance. Quais os riscos?
Luciano: Em doses altas podem apresentar parada cardíaca por hipertrofia muscular do coração, arritmias e isquemias pelas crises de hipertensão arterial levando à morte o usuário.
PCV: Quais seriam os tipos de utilização positiva desses medicamentos?
Luciano: Os Anabolizantes são drogas que têm as suas indicações formais e lícitas. Repor hormônio em hipogonádicos (pessoas com diminuição das funções de ovários e testículos), idosos com doenças graves e estados de desnutrição avançada. Jamais devem ser usados para melhorar a performance atlética, ou para fins estéticos. Isto porque, além de gerar um efeito ilusório, apresenta efeitos colaterais graves nas doses altas que geralmente são usadas.
PCV: Quais são os medicamentos mais usados?
Luciano: Os produtos veterinários são mais usados por conter doses mais altas, e isto na concepção de quem aplica, traria resultados melhores e mais rápidos. O que na maioria dos casos não é verdade.
PCV: Em busca do esperado corpo perfeito, o que poderia substituir os anabolizantes para alcançar os objetivos pretendidos?
Luciano: Um exame médico bem feito e uma boa nutrição é o suficiente para manter o corpo em forma e com saúde. Mesmo os suplementos alimentares, na maioria das vezes, são dispensáveis. É claro que existem indicações especiais para pessoas muito magras, idosos etc.
PCV: Quais ações poderiam ser desenvolvidas para reprimir o uso e a venda de anabolizantes?
Luciano: Acho que a conscientização das pessoas em escolas, academias e a fiscalização de anabolizantes pela vigilância sanitária e a própria mídia, pode ajudar na prevenção do uso indiscriminado.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Destaque para produção dos alunos do curso de jornalismo

A programação da UCG TV foi alterada para adequar-se às necessidades da Semana de Cultura e Cidadania. Boletins informativos foram transmitidos durante todo o dia. Em parceria com o Sistema Argumento de Comunicação, a TV entrava no ar às sete horas com a primeira edição do programa Bem-vindo à Feira, com diversas edições durante todo o dia, até as oito da noite. Os alunos produziram e apresentaram um programa especial com uma hora de duração, que entrava no ar das cinco às seis da tarde, com orientação de professores e monitores.
O produtor artístico da Rádio Difusora, Irmão Diego Joaquim, foi o responsável pelo stand montado no evento. A rádio não teve sua programação alterada na quinta e sexta-feira, mas durante todo o dia foram inseridas entrevistas e materiais dos seis alunos do curso de jornalismo especialmente escalados para a cobertura. No sábado pela manhã, ganharam um programa especial, totalmente produzido e apresentado pelos estudantes, que entraram no ar em toda a Rede Católica de Rádio, das onze ao meio dia e outra participação de cerca de meia hora no meio da tarde.
A Rádio Cidadã, pela terceira vez participando da Semana de Cultura e Cidadania, teve, desde a produção de vinhetas e organização musical, a participação dos alunos das disciplinas rádio I e II, orientados pela professora Denize Daudt Bandeira e pelos monitores. A rádio transmitiu sua programação ao vivo durante os três dias do evento. A ancoragem, assim como a produção de notas e entrevistas, diferente dos anos anteriores, ficaram a cargo de mais de 20 alunos.
Um site foi criado especialmente para a 5ª Semana de Cultura e Cidadania, dentro da página da Católica. Desde o dia 26 de março, os alunos e estagiários da agência experimental de notícias começaram a produzir matérias referentes à Semana. No site da agência foram lançadas duas notícias no dia 21 e oito no dia 22. Já no espaço dedicado especialmente ao evento foram 57 matérias no total, sendo que só nos dois primeiros dias foram quase 40 produções publicadas. Aproximadamente 30 alunos participaram da cobertura nos três dias.
O aprendizado e conhecimentos adquiridos nos três dias de intensas produções jamais serão esquecidos pelos alunos. Mais de 100 passaram pelo stand do curso e contribuíram de alguma forma. A correria e agitação típicas de uma redação de jornal, de uma transmissão ao vivo no rádio ou na televisão foram vividas pelos alunos em todos os momentos. Como relatado por muitos, foi a oportunidade de praticar tudo aquilo que é aprendido nas aulas.
(http://www.ucg.br/ucg/agencia/home/secao.asp?id_secao=2676&id_unidade=2)
quarta-feira, 20 de maio de 2009
"Despertar o interesse do aluno para a pesquisa é necessário e urgente", afirmou Patrícia Quitero na 1ª Jornada Científica de Comunicação Social

A primeira Jornada Cientifica de Comunicação Social, realizada nos dias 7 e 8 de maio, no campus 5 da Universidade Católica de Goiás, trouxe para os alunos dois dias de debates, palestras e mesas-redondas. O evento, parceria entre os cursos de jornalismo, publicidade e o Núcleo de Pesquisa SER, buscou fazer com que os alunos de comunicação percebam a necessidade da pesquisa científica.
Na abertura do evento, que teve como tema “Reflexões sobre a prática profissional”, o professor Luiz Signates ministrou a palestra “nada mais prático do que uma boa teoria”, na qual lembrou a necessidade de os alunos entenderem as teorias da comunicação para serem bons profissionais na prática diária.
Indagado sobre a obrigatoriedade do diploma, Signates se posicionou contrário à exigência, e fundamentou que o bom profissional não precisa ter medo de perder o lugar para outro que não possua graduação em jornalismo. Disse ainda que o mercado não deixará de fazer a seleção natural do bom jornalista.
Alunos e professores divulgaram trabalhos em diversas áreas, como marketing, direito, artes e cinema. Destaque para o Eixo Temático: Comunicação e Política, que lotou durante toda a manhã do segundo dia um dos auditórios da universidade.
A professora Noêmia Félix apresentou sua tese de mestrado, que mostra “A construção da imagem pública do governo do PT”. Outro trabalho exposto para os alunos e convidados foi o do professor e mestrando Enzo de Lisita, com o tema “Criminalidade, violência e mídia”.
A professora e coordenadora do curso de publicidade e propaganda da UCG, Patrícia Quitero, ressaltou a importância da jornada científica na formação dos estudantes. Para ela, despertar o interesse do aluno para a pesquisa é necessário e urgente.
Na noite de encerramento foi exibido o curta-metragem “A vida não vive”, do professor Amarildo Pessoa. Baseado na obra do filósofo e sociólogo Theodor Adorno, causou espanto em alguns alunos com cenas fortes e fotografia carregada.
A jornada científica foi encerrada com uma mesa-redonda que contou com a presença das professoras Sabrina Moreira, do curso de jornalismo, Renata Crispim e Adriana Ferreira, do curso de publicidade e propaganda. Adriana falou sobre assunto polêmico dentro da comunicação social, e apresentou seu artigo Jornalismo e Publicidade: integração possível e necessária.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Faça sua parte para promover a paz. Aceite
A paz deveria ser a regra geral das relações humanas, dos convívios sociais e da lida com as diferenças culturais. Mas, atualmente, está relegada à marginal condição de esperança para o futuro. A relativização cultural não se faz presente em nossa formação, e acabamos aprisionados na barreira do estranhamento.
Relativizar é aceitar, fazer com que a realidade do outro se aproxime da nossa. É princípio de evolução do nosso etnocentrismo arraigado, que não nos deixa vivenciar novas culturas, tentarmos ver que existe conhecimento a ser adquirido, e que tal forma de agregar é tão interessante quanto a que antes acreditávamos não ser.
E é a partir do momento em que observamos uma cultura diferente e não conseguimos suplantar a estranheza gerada pelo novo e desconhecido, que iniciamos um conflito interno. Quando exteriorizado, este conflito causa desde brigas familiares até guerras mundiais. Não aceitando o que nos é alheio, não somos capazes de reconhecer nossas semelhanças, mas somente o que destoa.
Os grandes conflitos da história da humanidade foram gerados pela falta de alteridade, de conseguir aceitar a diversidade cultural, de desenvolver a capacidade de se ver no outro sem que se criem pré-conceitos de outras culturas.
Atendo-nos a um conflito específico – guerra entre Israelenses e Palestinos –, observamos que o estopim de todo o conflito é a diferença religiosa, um dos traços mais marcantes da cultura de um povo. Cada um tem suas convicções e não abre mão delas. Enquanto os Israelenses acreditam serem possuidores da terra por uma promessa divina, os Palestinos entendem que a propriedade é deles por direitos adquiridos ao longo de muitos anos naquele território.
Se pensarmos que os dois povos desejam os mesmos bens, tem pontos culturais e ideológicos em comum, a paz seria o princípio que comungaria os anseios e esperanças das duas nações. Não é isso que vemos. Falta a capacidade de aceitar o outro e somar culturas ao invés de perder vidas e grandes preciosidades materiais em conflitos aparentemente sem fim.
Assim, vemos que, tanto no estudo de culturas de sociedades diferentes, quanto das formas culturais no interior de uma sociedade ou território, mesmo dividido – Israel e Palestina –, mostra-se que a diversidade existe, e devemos entender as realidades culturais no contexto da história de cada povo e das relações sociais entre elas.
Não mais distante de nossa realidade, podemos citar como exemplo de conflito entre diferentes culturas, a chegada dos povos portugueses ao nosso território, com novas formas de vida, de pensamento e religião.
Mais uma vez o estranhamento inicial existe, é aceitável e inteligível diante do grande choque. Contudo, se o muro da desigualdade não é transposto, surge novo combate destruindo a paz entre os povos, desestabilizando um contexto de diversidade que poderia caminhar para a irmandade.
Diante dos duelos que observamos serem travados, pensamos que o território é o alvo principal, o que não é de todo verdadeiro. Até mesmo o apelo emocional é alvo de disputas e discriminação.
Quando os veículos da grande mídia noticiam um acontecimento de grande impacto nacional, com mobilização de várias frentes, como na defesa de menores vítimas de maus tratos, por exemplo, a rejeição e pré-julgamento sobre os agentes do fato são imediatas. Transcorridos os passos legais e processuais, concluindo-se que não houve o crime ou que não foram eles os reais autores, busca-se uma retratação pública, para tentar de qualquer forma reaver a dignidade do ser humano que foi execrado publicamente.
Como em nossa cultura o perdão fica em segundo plano, preferimos deixar pessoas marginalizadas a reintegrá-las. É mais comum continuarmos guerreando contra elas do que buscar uma forma pacífica de solucionar o problema.
Aceitando o que é oposto, avesso e até aparentemente imoral, partindo do princípio que todos têm um lado que pode nos ensinar algo, iniciaremos um novo período, voltado para a congregação de valores e culturas. Não há nada de negativo em agregar. Somar é aceitar que, o que não nos é natural, também pode ser positivo e enriquecedor.
(Artigo publicado no Jornal Diário da Manhã no dia 15 de abril de 2009)
domingo, 17 de maio de 2009
A Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) recebe e promove doações diárias à camada mais necessitada da sociedade.

A Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) promove cadastramento diário de portadores de necessidades especiais, temporárias ou permanentes e de pessoas de baixa renda, através do DASC (Departamento de Apoio Social ao Cidadão). São atendidas mais de 800 pessoas mensalmente. A organização recebe e repassa doações e também produz materiais como andadores e cadeiras de rodas.
A procura por assistência e acesso aos serviços sociais da OVG fez com que a entidade desenvolvesse seu próprio setor de produção. Com isso, várias famílias podem ser atendidas diretamente, sem que haja necessidade constante de doações, que normalmente não suprem as necessidades.
Departamento de Produção
Com o slogan “fabricando apoio, gerando oportunidade”, segundo a assessora de imprensa Camila Serradourada, “além de cadeiras de rodas (padrão ou higiênica), andadores e muletas, o departamento também produz malhas compressivas, fraldas descartáveis e enxovais de bebê. E com um grande benefício: a geração de empregos para os próprios portadores de necessidades especiais”.
· Solicitação médica;
· Residir na grande Goiânia;
· Comprovante de endereço;
· Documentos pessoais.
sábado, 16 de maio de 2009
Campanha de doação de sangue e medula óssea: Desenvolvida pelos assistentes sociais do Hemocentro de Goiânia, captação de doadores é o maior desafio

O Hemocentro de Goiânia, através de seus assistentes sociais, promove captação diária de doadores de sangue e medula óssea. Ações como a promovida na semana do calouro de diversas instituições de ensino visam suprir a carência de doações e conscientização da população.
A Assistente Social Marina Tosta de Almeida, coordenadora de captação do Hemocentro, afirma que a maior dificuldade está na abordagem dos doadores. Para ela, os mitos criados em torno da doação de sangue e de medula óssea ainda afastam voluntários. “Não há o que temer”, declara Marina.
A maioria dos doadores é de baixa renda e se dirige ao centro de doação com o objetivo de realizar exames gratuitamente. Marina conta ainda que há casos extremos de pessoas que fazem a doação para ter acesso ao lanche que é servido após a coleta do sangue. Isto foge aos objetivos da doação, segundo ela.
Conscientizar a população de que um gesto de solidariedade, voluntário e altruísta pode salvar vidas é o direcionamento dos assistentes sociais do núcleo de captação e coleta.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Fotografia e Memória: reconstituição por meio da fotografia - Boris Kossoy

Não se pode dizer que a fotografia é apenas o que está reproduzido, vai muito além. O fotógrafo quase nunca consegue expressar a totalidade de seus sentimentos. A fotografia está ali como a memória de um momento. Para quem somente observa a reprodução da imagem, seja em papel ou virtualmente, capta geralmente o que está explícito, o implícito é percebido por poucos.
Nas palavras de Boris Kossoy, “fotografia é memória e com ela se confunde.” Nela está registrado sempre um momento do passado, até então tido como um estatuto de verdade e realidade.
Como toda fotografia passa por um processo de elaboração, este deve ser observado quando interpretada a imagem. A sensibilidade deve ir além da mera observação. A construção e materialização da imagem não estão ligadas ao mero instante do clique, mas sim há um “complexo e fascinante processo de criação/construção de realidades”.
Por ser o registro de um momento já vivido, portanto imutável, a fotografia carrega simbologias muitas vezes não percebidas por quem não vivenciou o instante fotográfico ou paralisou o momento através da imagem.
As realidades aprisionadas nos papéis fotográficos já se perderam com a mobilidade dos seres, objetos e lugares, mas a dita sensibilidade pode permanecer nos instintos humanos, mesmo desaparecida a natureza e a materialização fotográfica do momento. Assim como a ficção gerada pela interpretação pode perpetuar nos imaginários.
Atualmente o fotógrafo tem o poder de captar e alterar uma imagem, indo além da realidade até então entendida como a fiel reprodução do mundo, violando significativamente os parâmetros de verdade estabelecidos.
E é a partir dessa falta de referência gerada pela dúvida na verdade real, que devemos olhar para as fotografias de maneira aprofundada, principalmente enquanto profissionais da comunicação.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Centro Cultural Jesco Puttkamer aproxima goianiense da cultura indígena e da arqueologia

Munido de acervo semi-permanente, com exposições principalmente de fotografias, o Centro Cultural Jesco Puttkamer, mantém viva a memória do artista e cidadão que lhe cedeu além do nome e espaço, grande quantidade de material fotográfico (cerca de 120 mil fotos) e histórico-cultural.
O Centro conta a história da família Puttkamer e a vida de Jesco, que registrou os costumes de povos indígenas e também da civilização branca, como a construção de Brasília. Traz ainda exposição de parte do acervo arqueológico do IGPA (Instituto Goiano de Pré-história e Antropologia) da Universidade Católica de Goiás.
Com coordenação da Museóloga Rosângela B. Silva, o Centro Cultural Jesco Puttkamer fica aberto à visitação de segunda a sexta, das 8 às 21 horas, e no sábado das 8 às 11, e está localizado na Avenida T3, Quadra 171, Lotes 37 a 39, Setor Bueno em Goiânia. Mais informações pelo telefone 3251-0721.
terça-feira, 5 de maio de 2009
Novo ponto para os contos da vida e da paixão jornalística
